19 de setembro de 2020

Mommy Makeover recupera a autoestima e ganha força no Brasil

Técnicas têm como meta resgatar a autoestima das mulheres pós-parto


Por Redacao 019 Agora Publicado 12/08/2020

Apesar de toda felicidade com a realização da maternidade e da chegada do bebê tão esperado, muitas mulheres sofrem por não conseguir ter o corpo de antes da gestação. Muitas vezes, só dieta e exercícios não funcionam, pois aconteceram muitas mudanças hormonais e oscilação de peso, estresse na gravidez e, depois, com a nova rotina com bebê. 

A barriga fica tipo avental (pochete), seios flácidos e, muitas vezes, caídos por causa da amamentação, sem contar, com aquelas gordurinhas localizadas indesejáveis. Muitas frustações com a aparência pessoal. Infelizmente, muitas mulheres sentem essas dores e nem conseguem mais se olhar no espelho. Esse é um problema que interfere na vida a dois e até no trabalho.

Além disso, fica a pergunta: como é que as famosas conseguem ficar em forma tão rápido depois da gestação?

A reposta é simples: Mommy Makeover – termo pouco difundido no Brasil, mas vem conquistando muitas adeptas a cada dia, pois tem como meta  resgatar a autoestima após o parto. Em detalhes, estamos falando da associação de procedimentos cirúrgicos para MAMAS (Mamoplastia redutora ou Mastopexia com ou sem prótese), ABDÔMEN   (abdominoplastia clássica/abdominoplastia emâncora/mini-abdominoplastia) e LIPOASPIRAÇÃO   (ou lipoescultura nas coxas, braços e glúteos).

Uma curiosidade nessa pandemia é que o cirurgião plástico Dr. Diogo Coelho, um dos percussores dessa técnica em São Paulo e em Alphaville, percebeu crescimento de pacientes, até de outros Estados, na procura para a realização dessas plásticas (que virou febre entre as americanas). 

“Foi uma surpresa esse aumento expressivo, que começou a partir de junho no auge do isolamento social. As novas consultas tem um perfil bem específico. São mamães, entre 30 aos 50 anos, que estão aproveitando o home office para realizar um grande sonho: ter seu corpo de volta à forma”, ressalta o especialista. 

Segundo Coelho, são vários pontos a serem cuidados, tanto estéticos como acima citados, como funcionais, entre os quais, tratamento da temida diástase pós-parto (afastamento do musculo reto abdominal) e cirurgia intima ou ninfoplastia, que é o procedimento que trata o excesso de tecidos dos pequenos lábios vaginais. Essas alterações podem ser por conta de alterações hormonais e pós-parto.

Mas não é qualquer pessoa que pode fazer Mommy Makeover. “O ideal é aguardar cerca de seis meses após a amamentação. Considerar também se a paciente deseja ter mais filhos e ela deve estar com IMC abaixo de 30, sem contar outros exames pré-operatórios após consulta e avaliação”, finaliza o cirurgião. 

Dr. Diogo Coelho (CRM: 146977). 
Nasci em Uberaba – MG e saí de casa ainda muito jovem para cursar Medicina na Faculdade Estadual de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), onde também fiz minha primeira Pós-Graduação de dois anos em Cirurgia Geral. Posteriormente, me mudei para São Paulo Capital, onde estou há muitos anos, para cursar os 03 anos de Cirurgia Plástica no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM).

Minha terceira especialização foi no Hospital Pérola Byington de São Paulo, em Cirurgia Reconstrutora da Mama. Ingressei em minha quarta especialização, em Cosmiatria e Harmonização Facial pela Faculdade de Medicina do ABC, centro referência no Estado e no País em dermatocosmiatria. Como Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), sou um estudioso das alterações físicas das mulheres no pós-parto, atuando diariamente em minha clínica particular com as mamães do País todo.